21 de fevereiro de 2012 18:50h.

Reforma de casa ou apartamento requer muita cautela,planejamento e bons profissionais.

Ao adquirir um imóvel, muita gente opta por comprar um usado para reformar em vez de pagar por um novo. E não sem motivo. Segundo o economista-chefe do Secovi – SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), Celso Petrucci, os novos costumam custar de 25% a 50% a mais que os usados. A diferença pode ser suficiente para cobrir as despesas com obras, muitas vezes até com sobra. Mas a repaginação também tem seu outro lado: estouros no orçamento, problemas na entrega de material, atrasos e serviços mal feitos.

Para evitar dor de cabeça, não compre material ou inicie as obras antes de ter finalizado o projeto e orçamento. Fuja também da tentação de pedir mudanças de última hora. Começar a quebradeira sem projeto definido ou mudar de ideia no meio do caminho é arriscado, porque corre-se o risco de ficar sem dinheiro para terminar a reforma. Planeje de uma vez só a compra de todo material para que, por exemplo, o piso da cozinha não destoe do da área de serviço.

Peça indicações de conhecidos para escolha dos profissionais envolvidos, como arquitetos, empreiteiros ou pedreiros e visite obras realizadas . Afinal, o padrão de qualidade de seus amigos pode ser diferente do seu. Na contratação de mão de obra, compare pelo menos três orçamentos para se interar melhor dos preços do mercado.

Na comparação de preços de materiais e mão de obra peça informações sobre formas de pagamento, juros cobrados nas compras a prazo, descontos para preço à vista, prazo de entrega e existência de cobrança pelo frete. Pague os serviços por etapas, à medida em que a obra avance conforme o cronograma estipulado. Nunca  faça o pagamento antes de verificar que o trabalho previsto foi concluído conforme o combinado.

Tenha em mente que, mesmo com bom planejamento, gastos imprevistos podem ocorrer. Problemas no encanamento, por exemplo, às vezes só são identificados depois de quebradas as paredes. Por isso, sempre que possível, previna-se com uma folga de 30% no orçamento – ou pelo menos pense em formas de conseguir o dinheiro extra em caso de necessidade.

21 de fevereiro de 2012 18:07h.

Linda mansão com frente para o alto mar. Um Luxo!

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Imóveis a venda

São 980 m² em área inédita na Península, com mais de 5000 m² de terreno, belo paisagismo, vista de 300º para o mar, amplo living, 6 dormitórios, sendo 4 suítes, sala de convivência, ar condicionado central para todos os ambientes, cozinha e dependência de empregada.Lazer: piscina aquecida, quadra de squash, sauna e quiosque com churrasqueira e forno a lenha.

18 de fevereiro de 2012 17:50h.

Direitos e deveres de proprietários e inquilinos nas locações de imóveis para veraneio.

Pensando no quesito economia, alguns proprietários optam por alugar o imóvel sem a ajuda de um profissional especializado e esta opção deve ser cuidadosamente ponderada, pois pode acabar em muita dor de cabeça, tanto para o proprietário, quanto para o inquilino. Segundo o  Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI)  na hora de alugar um imóvel é preciso ter cautela e critério. Especialistas indicam que o primeiro passo é estabelecer uma relação com um corretor de imóvel credenciado, para que este realize a intermediação. É importante lembrar que o país tem a Lei 8.245/91, que rege os direitos e deveres do locador e do locatário.

Antes de fechar o negocio, o interessado em efetuar o aluguel deve visitar o imóvel, e solicitar que o corretor faça o Contrato de Locação Temporário. O contrato deve constar tudo que foi combinado sobre formas de uso do imóvel, como por exemplo o numero de pessoas e, inclusive, orientações para uso do som, para que não haja excessos e não perturbe os vizinhos, nem denigra a imagem do condomínio e da cidade.

Apesar de fazer suas exigências, o dono do imóvel também tem suas responsabilidades. A Lei do Inquilinato diz que a pessoa ou empresa responsável pelo aluguel é obrigada a entregar o imóvel em boas condições de uso. Os inquilinos, por sua vez, têm obrigação de cumprir com o contrato de locação. Neste tipo de transação comercial os problemas mais comuns, estão relacionados ao excesso de pessoas, contrariando o que está firmado no contrato.Em caso de desacertos, inquilinos e proprietários, devem recorrer ao corretor de imóveis e, em caso de ausência, a Delegacia de Policia.

Visto que os preços variam muito, principalmente quando se diz respeito a um feriado prolongado,  é preciso consultar mais que um corretor credenciado, e além do valor, verificar as formas de pagamento disponíveis .

18 de fevereiro de 2012 15:42h.

Venha para o prazer me morar num condomínio diferenciado, com clube exclusivo para os condôminos.

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Imóveis a venda

Casa mobiliada no Condomínio Granville, com  4 dormitórios sendo 3 suítes, sala para 3 ambientes, cozinha, dependência de empregada, piscina aquecida, sauna e churrasqueira.

15 de fevereiro de 2012 1:08h.

Guarujá participa de seminário de capacitação para a Copa 2014.

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Cidade

O Comitê Paulista da Copa do Mundo 2014 realizou, na quinta-feira (09/2), o 2º Seminário Cidade Base, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.
A reunião contou com a presença do Governador Geraldo Alckmin, que anunciou incentivos do Governo do Estado para projetos ligados ao Mundial.
Estiveram presentes também, os representantes das 44 cidades paulistas candidatas a Centro de Treinamento das Seleções, entre elas Guarujá.
Os Centros de Treinamento de Seleções (CTS) são a base das equipes no país sede do Mundial, locais onde elas realizam sua aclimatação e a maior parte dos treinamentos. Para ampliar o potencial das cidades paulistas na Copa do Mundo, o Comitê Paulista elaborou o Guia Cidade Base, com informações sobre os municípios que se candidataram e preencheram os requisitos básicos. Esse material foi enviado às equipes participantes das últimas Copas para apresentar a diversificada oferta do estado de São Paulo.
A principal discussão do encontro foi em torno do andamento dos 90 Centros de Treinamentos das cidades inscritas. O encontro contou com diversas palestras, a principal delas com o ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Luiz Felipe Scolari. O Comitê Paulista definiu que realizará vistorias nas estruturas e hotéis das cidades candidatas.
O governador Geraldo Alckmin aproveitou para anunciar o investimento de R$ 60 milhões na Lei de Incentivo Paulista, que este ano passa a contar com recursos para reformas e construção de espaços públicos voltados ao esporte. O processo de candidatura continua e novas cidades poderão ser selecionadas pelo Comitê Organizador Local (COL) até o final de 2012. O COL será o responsável pela seleção oficial dos centros de treinamento, que serão apresentados às seleções de futebol participantes do evento.
A previsão é que até o mês julho sejam definidos os municípios escolhidos pelo COL.
Segundo a secretária de Turismo, Maria Eunice Grötzinger,”Guarujá possui tantas belezas culturais, históricas e naturais, além de ampla e qualificada rede hoteleira que atrai frequentemente turistas do mundo inteiro, por isso tem reais chances de Cidade-Base”

15 de fevereiro de 2012 0:25h.

Conforto, segurança e privacidade no mais nobre da Praia da Enseada.

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Imóveis a venda

Casa no Condomínio Solar da Península à 100 metros da praia da Enseada , com 4 suítes, sala para 3 ambientes com lavabo, cozinha, dependência de empregada, lavanderia e espaço multi-uso.

4 de fevereiro de 2012 23:38h.

Compras coletivas: dicas para não entrar numa “fria”.

*Leia atentamente todas as condições da oferta. É de suma importância saber a data de validade, ou seja, até quando o cupom da compra poderá ser utilizado.

*Procure comprar em lojas previamente conhecidas ou naquelas indicadas por amigos ou parentes.

*Pesquise sobre a idoneidade da loja em órgãos de defesa do consumidor ou nos tribunais para saber se a empresa possui muitas reclamações.

*Conheça bem o produto e todas as suas características para não ter surpresas desagradáveis ao recebê-lo.

*Faça contato telefonico com a loja e verifique se ela realmente está ofertando o produto na forma disposta pelo site.

*Acesse www.receita.fazenda.gov.br para consultar o CNPJ da empresa e conhecer sua regularidade.

*Salve ou imprima todos os passos da compra, inclusive os e-mails de confirmação.

*Ao comprar pacotes para serviços, como tratamentos estéticos, por exemplo, verifique antes a localização da empresa a prestá-lo.

*Veja se a empresa tem uma página segura contra fraudes. Geralmente, esse tipo de endereço começa com https:// e há um cadeado ativado (que aparece em lugares diferentes da página, dependendo do navegador usado).

4 de fevereiro de 2012 22:58h.

Beleza aconchego e privacidade num único condomínio.

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Imóveis a venda

Casa térrea no condomínio Solar dos Príncipes,  a 40 metros da praia, com  4 suítes, sala para 2 ambientes,  dependência de empregada,
churrasqueira  e 4 vagas privativas.
Lazer do condomínio: piscinas adulto e infantil e spa.

29 de janeiro de 2012 3:14h.

Como lidar com geradores de conflito nos condomínios.

Resolver os problemas que envolvem conflitos entre moradores de um mesmo condomínio não é tão simples, apesar de a legislação que rege os condomínios não ser extensa. Até 2002, apenas a Lei 4.591, d 1964, determinava as normas para a relação dentro de um mesmo condomínio. Com o novo Código Civil, síndicos e condôminos ganharam 27 artigos para nortear seus direitos e deveres. “Mas essas normas tratam o assunto de forma genérica.
Fica a cargo da convenção do condomínio especificar as regras internas”, afirma o advogado Márcio Rachkorsky, presidente da Associação de Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais do Estado de São Paulo (Assossíndicos) e apresentador do programa “Condomínio Legal”, da rádio CBN.
Apesar de a delegação de poderes aos condôminos ter tornado todo o processo mais democrático, não é de se esperar que uma multidão de pessoas cujo único vínculo comum é o fato de terem escolhido o mesmo lugar para morar cheguem rapidamente a um consenso sobre temas considerados polêmicos até mesmo para juristas. Para resolver esse tipo de impasse, os especialistas aconselham a criação de regras e sanções bastante detalhadas para nortear a convivência. Leia abaixo as dicas de dois advogados especializados em direito condominial para evitar os pomos de discórdia mais rotineiros:
Cachorro: Campeões de resmungos de vizinhos, os animais de estimação até pouco tempo eram proibidos por boa parte dos condomínios. Mas os tempos mudaram. Em estados como Rio de Janeiro, esse tipo de regra já se tornou ilegal. Nas outras regiões, a jurisprudência garante ganho de causa para quem entra com ação pedindo autorização para ter um bichinho dentro do apartamento. A dica, então, é ser extremamente meticuloso na criação do regulamento interno. “Tem que abranger todos os detalhes – se pode entrar garagem ou pela porta de pedestres ou em que situações o animal deve usar focinheira, por exemplo”, diz Rachkorsky. “Isso já é meio caminho andado para evitar confusão”. Em situações que extrapolam o limite do tolerável, como quando o cachorro rotineiramente é deixado sozinho e não para de latir, devem ser tomados os procedimentos padrões para quebra de regulamento. Há casos, afirma Marcelo Borges, da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI), que podem parar na Justiça. “O animal pode até ser expulso do prédio”, diz.
Crianças: O primeiro aspecto para prevenir problemas com as crianças do condomínio é criar áreas comuns de lazer. “Elas aprontam quando não têm nada para fazer”, diz Rachkorsky. Se o prédio não possui espaço disponível, o jeito é usar a criatividade. Salas ociosas podem ser transformadas em brinquedotecas, salão de jogos e até equipadas com home theater para exibição de filmes. Outra dica do presidente da Assossindicos é eleger um síndico mirim. “Ele terá a responsabilidade de levar as demandas das crianças para o síndico principal, também vai fiscalizar os amiguinhos”, afirma.
Calote: Desde 2003, quando entrou em vigor o novo Código Civil, os síndicos perderam uma importante ferramenta para o combate à inadimplência. Até então, o teto das multas para quem não pagava as taxas condominiais em dia era de até 20% do valor do condomínio. Essa taxa, agora, caiu para 2%. “Isso criou uma categoria de inadimplentes volantes, que atrasam alguns meses, mas não sempre. Como a multa é menor do que ficar com outros pagamentos em atraso, o condomínio acaba sendo a última preocupação das pessoas”, afirma Rachkorsky. No entanto, a administração dos prédios ainda tem como recurso protestar as contas atrasadas em cartório. Se o condômino não pagar no prazo estipulado, terá o nome incluído em listas sujas dos serviços de análise de crédito, como o SCPC e a Serasa.
Cano: Fora do alcance da visão de boa parte dos moradores, os problemas de encanamento podem ser protagonistas das piores dores de cabeça de qualquer vida em condomínio. “A grande dica resolver essas questões com agilidade porque fica barato para todo mundo”, diz Rachkorsky. O primeiro ponto, portanto, é ter consciência sobre as responsabilidades de cada um. Assim, quando a assunto é encanamento, os encargos se separam em duas esferas. Se o problema for na ramificação geral do prédio, a missão de reparar os danos recai sobre o condomínio. “O Código Civil até determina que se o síndico for omisso na correção de determinados vazamentos e isso ficar provado, o morador pode solucionar o problema e, depois, cobrar do condomínio”, diz Borges. Dentro do imóvel, a responsabilidade é do condômino. “De acordo com a Lei de Responsabilidade Civil, ninguém pode provocar dano ao outro. Se há vazamento em meu apartamento, é meu dever reparar”, afirma o advogado da ABADI.
Carro: A maneira como cada morador enxerga o ato de conduzir um veículo pode ser outro pivô de atritos homéricos no condomínio. Criar regras claras e ser criativo na hora de construir a garagem é essencial para preveni-los. A começar pela segurança. “O condomínio precisa definir se lhe é interessante ser guardião da garagem”, diz Borges. Estabelecido isso, o próximo passo é determinar a velocidade máxima para os veículos e, em casos de escassez de espaço, adaptar o estacionamento do prédio. Para isso, há uma série de soluções. “Dá para instalar vallets, guincho hidráulico e, até, contratar manobristas”, sugere Rachkorsky. Ele também diz que o tamanho das vagas de garagem costuma gerar atritos entre condôminos. Em geral, falta espaço para a maioria dos condôminos estacionar veículos de grande porte, como picapes ou SUVs – cada vez mais comuns no Brasil. Com pouco espaço, cresce o risco de que haja avarias na lataria. No longo prazo, a solução passa pelo aumento do tamanho das vagas nos prédios que serão futuramente construídos.
Acessibilidade: De uns tempos pra cá, outros assuntos passaram a fazer parte da pauta das assembleias dos condomínios. Um deles é a promoção da acessibilidade dos edifícios para deficientes físicos. De acordo com o decreto federal 5.296, de 2004, todos os prédios, sejam privados ou públicos, devem ser adaptados para que pessoas portadoras de alguma deficiência física possuam livre acesso ao edifício. “Os condomínios tinham até 2008 para fazer essas alterações”, diz Mara Gabrilli, ex-secretária da Pessoa com Deficiência da cidade de São Paulo. No entanto, na prática, a lei não é respeitada pela maioria dos condomínios. Até porque, de acordo com Borges, da ABADI, alguns edifícios não possuem condições arquitetônicas para tais adaptações. Tendo em vista isso, na capital paulista foi criada uma lei municipal que faculta a exigência das modificações para prédios construídos antes de 1992. “Um condomínio habitacional não pode privar uma pessoa da livre circulação”, diz Mara. Assim, de acordo com ela, toda entrada dos prédios deveria ter soluções como rampas ou elevadores para permitir a passagem de condôminos ou visitantes portadores de alguma deficiência física, além de elevadores internos que respeitem os padrões determinados pela ABNT.
Barulho: Os decibéis emitidos pelos moradores são os principais pivôs de discussões e caras feias nos condomínios. É o salto da vizinha do andar de cima que impede que alguém consiga tirar um cochilo, são as crianças que não param de pular ou o gosto musical duvidoso do companheiro de andar Para esses e outros problemas ligados ao barulho excessivo, o condomínio deve sempre criar um bom regulamento interno. Determinar os períodos para o silêncio, o limite máximo de decibéis e as punições para quem infringir as regras são cruciais para resolver este impasse. Em alguns estados, existem leis que determinam qual é esse limite. Em algumas regiões da capital carioca, por exemplo, o barulho em condomínios não pode exceder 35 decibéis. No entanto, em alguns casos, os próprios condôminos devem recorrer a lei de vizinhança para resolver o conflito. “Se o barulho incomodar apenas uma pessoa, o condomínio não tem legitimidade para intervir”, afirma o advogado da ABADI.
Drogas e Cigarro: Uma preocupação que tem esquentado a cabeça de muitos síndicos está ligada ao consumo de entorpecentes dentro do condomínio. O porte de maconha para consumo próprio, por exemplo, não é crime no país. No entanto, é possível que esta prática gere inconvenientes para os outros moradores. A reação, contudo, deve variar de acordo com o local em que o condômino usa o entorpecente. “Se é dentro do imóvel, a atuação é muito limitada”, diz Borges. A polícia deve ser acionada apenas quando os efeitos alucinógenos começam a incomodar ou colocar outros moradores em risco. Quando o uso é em áreas comuns do prédio, a história é outra. “A administração do prédio pode até enquadrar o condômino em uma conduta anti-social”, diz. No caso de cigarro, as regras variam de acordo com a legislação antifumo de cada estado. Por exemplo, em São Paulo, a lei proíbe que os condôminos fumem nas áreas comuns dos prédios. No Rio de Janeiro, a proibição é mais rigorosa: os moradores não podem fumar nem mesmo na varanda do apartamento.
Comércio: Com expansão do mercado autônomo e de projetos de trabalho remoto, tornou-se comum que profissionais de diversas áreas atendam clientes em suas próprias residências. Apesar dos benefícios para os profissionais, esta prática pode ser traduzida em riscos de segurança para os outros moradores. “Se o condomínio é residencial, manter uma atividade comercial no imóvel é irregular”, diz Borges, da ABADI. Muitas vezes, no entanto, é difícil comprovar estes casos. A solução para os casos mais graves é restringir a entrada de desconhecidos, por exemplo.
Sustentabilidade: Equipar um condomínio com soluções sustentáveis não é tarefa de outro mundo – muito menos é necessário extremo ativismo ambiental. “O síndico tem que lembrar que ele é representante de uma pequena sociedade, por isso, ele precisa ter uma visão social e cidadã”, afirma Borges, da ABADI. Por isso, em um primeiro momento, é possível adotar soluções mais simples como coleta seletiva do lixo e uma política de reaproveitamento da água pelos funcionários podem ser adotadas. Mas, os especialistas aconselham projetos mais ambiciosos como individualização dos hidrômetros e instalação de painéis solares. Além, é claro, de uma política de conscientização dos condôminos.

29 de janeiro de 2012 2:32h.

Charme e conforto frente ao mar.

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Imóveis a venda

Apartamento mobiliado em condomínio horizontal,frente ao mar,  com  1 suíte, sala com varanda, cozinha com armários.

Lazer do Condominio -  Piscina adulto  e infantil, salão de festas, salão  de jogos, sala de ginástica, playground, sauna, churrasqueira ,solarium.